Bolsa Família: O que é, quem tem direito, como conseguir e mais!



O Bolsa Família é um dos programas do governo que mais tem utilização pelo povo brasileiro. Segundo dados, cerca de 1 a cada 4 brasileiros está incluído nesse programa, você também está? Muitos são os beneficiados pelo Bolsa Família que é reconhecido mundialmente pelo seu sucesso no quesito distribuição de renda.

Veja aqui como funciona esse benefício destinado para algumas pessoas, como você pode ter direito, o que é preciso ficar atento e como conseguir, continue lendo para isso.

O que é o Bolsa Família?


Considerado um programa de transferência direta, ele distribui uma quantidade de renda por entre pessoas que estão dentro da classe carente da renda brasileira. Esse programa está dentro do Plano Brasil Sem Miséria, que abrange pessoas que tem a familiar per capita menor do que R$ 77.

Os objetivos do programa são compostos entre erradicar a fome, disponibilizar segurança de nutrição e alimentar, além de promover o acesso aos serviços públicos oferecidos como a saúde, educação, segurança e assistência social.

São mais de 14 milhões de famílias beneficiadas, sendo que esse número se tornar 50 milhões de acordo com quantas pessoas são beneficiadas por esse serviço.

Quem tem direito?

Para ter acesso ao Bolsa Família é necessário atender a alguns pré requisitos, entre eles:

Tem direito: Estar em condição de extrema pobreza com a renda per capita de até R$ 70 mensalmente;

Tem direito: Estar na condição de pobreza com o ganho de R$ 70,01 até R$ 140 por mês;

Tem direito: Famílias consideradas pobres ou extremamente pobres que sejam compostas de mulheres grávidas, Tem direito: mulheres em fase de amamentação e crianças entre 0 até 17 anos.

É preciso apresentar um número de identificação como o Registro Geral ou número de CPF no Cadastro Único.

É preciso entender que mesmo que você se cadastre, não é garantido que terá os benefícios do programa, a ficha ainda passa por uma seleção prévia do Ministério do Desenvolvimento Social.

É de responsabilidade da prefeitura municipal do seu estado realizar o cadastro, digitação, transmissão e manter todos os dados atualizados, somente assim é possível acompanhar o andamento do benefício de acordo com as famílias.

Mas não se engane, o governo possui o controle de todas as famílias que estão cadastradas ou estão tentando obter esse benefício, tudo por meio das informações repassadas pelo Cadastro Único em Programa Sociais do Governo Federal. É lá que eles tem a coleta e manuseamento de todos os dados sobre quais são as famílias realmente carentes no Brasil. Desse jeito é feita a seleção e análise.

Quanto é o valor recebido?

O valor é variável entre a condição de cada família, é dividido em 4 fases: básico, variável, variável para jovem e o variável para superação da extrema pobreza.

Básico: são R$ 77 mensais por pessoa, independente da composição familiar;

Variável: são R$ 35 mensais por pessoa – incluindo crianças, mulheres gestantes ou lactantes -, atinge o teto máximo de cinco benefícios por família, ou seja, até 160 reais. É possível acumular o benefício do básico e do variável em até R$ 230 mensais;

Variável para Jovem: o valor é de R$ 42 para famílias consideradas pobres ou extremamente pobres que tenham adolescentes entre 16 e 17 anos que estejam matriculados na escola. É possível acumular 2 benefícios, ou seja, até R$ 84;

Variável Para Superação de Extrema Pobreza: para famílias em extrema pobreza, é disponibilizado um benefício. Esse valor é variável de acordo com o cálculo realizado pela renda per capita e do benefício que já é recebido pelo programa.

É preciso que as famílias estejam com algumas questões em dia, como por exemplo:

Obrigatório: Ter todas as vacinações, cartões de crescimento e desenvolvimento das crianças em dia;

Obrigatório: Mulheres entre 14 e 44 anos devem realizar o acompanhamento médico também;

Obrigatório: Gestantes devem realizar todos os exames, assim como mulheres lactantes e seus bebês;

Obrigatório: Crianças e adolescentes devem estar matriculados e ter a frequência de 85% nas escolas. Estudantes de 16 e 17 tem que ter a frequência de no mínimo 75%;

Obrigatório: As crianças e os adolescentes devem estar fora de risco, não participar de trabalho infantil e participar dos Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos com frequência mínima de 85%.

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